A possibilidade de um novo recomeço sempre renova a esperança. E às vezes o renascimento ajuda a clarear a visão dos acontecimentos.

E daí a gente descobre que a omissão e a mentira são pratos insabidos e indigestos que nos trás dor e desbota nossa vida envernizando nosso sorriso. Descobre também que todo dia tem que ser um recomeço, e que todo recomeço é o uma borracha, e descobre que os dois lados da borracha serão um para apagar a história e outro para apagar a dor, mas a experiência, essa nunca será questionada e apagada, você sempre será aquilo que já escreveu, e mesmo que tenha apagado não apagará aquilo que és.

Ingressar num novo ano é como adentrar em outra dimensão de nós mesmos. A vida que se desdobra. A porta se abre e nos brinda com o raiar de um novo dia. Cores que já estamos acostumados a ver, mas brilham de um jeito especial, diferente, porque vistas com o olhar de quem olha o verde da vida, que vai nascendo, brotando, desabrochando em recomeço. Então, olhamos para trás e despedimo-nos do ontem, do sábado e todos os dias anteriores enquanto o hoje pacientemente nos espera com os amanhãs e todos os dias que virão.

Todo recomeço é dolorido e envolve muito sofrimento… Mas se realmente se faz necessario, não adianta lamentar… É preciso ir em frente!

E veio a despedida, a festa acabou
Aquela coisa linda, que se chamava amor
Deixou só a lembrança, não quis permanecer
Perdeu a esperança da gente se entender

E sem pedir licença, a solidão chegou
Com ar de inocência, nem mesmo se importou
Com a volta da saudade, não teve mais conversa
Nem uma amizade pra gente interessa

Mais um na madrugada, estrago a minha vida
Com a rapaziada, me entrego à bebida
Quem sabe te esqueço, na mesa de um bar
Ou então enlouqueço e te peço pra voltar

Passou uma semana, a raiva teve fim
No quarto a nossa cama, não quer saber de mim
Me culpa e me castiga, pela falta de amor
Acha que essa briga foi eu quem começou

E na realidade, sinto falta de você
Você é a saudade que não dá pra esquecer
Quando o amor é de verdade dispensa até procura
Você é a felicidade que eu não encontrei na rua

E o amor se fortalece, o sonho renasceu
Quem ama não se esquece, de tudo o que viveu
Assim é a nossa estória, contada pelo avesso
A estória de um amor do fim ao recomeço
E o amor se fortalece, enfim sobreviveu
Quem vê até parece, que nunca se perdeu
Assim é a nossa estória, contada pelo avesso
A estória de um amor do fim ao recomeço

andrelima@iron.com.br

Não importa o que tiraram de você, o que importa é o que você vai fazer com o que sobrou…

Dizer adeus é dar boas vindas ao recomeço.

…parece que o amor da gente recomeçou… a cada dia ele aumenta e o coração não aguenta de tanto que te esperou…

Não importa quantos passos você deu para trás, o importante é quantos passos agora você vai dar pra frente.

Recomeça… se puderes, sem angústia e sem pressa e os passos que deres, nesse caminho duro do futuro, dá-os em liberdade, enquanto não alcances não descanses, de nenhum fruto queiras só metade.

" -Tudo tem seu apogeu e seu declínio…

É natural que seja assim, todavia, quando tudo parece convergir para o que supomos o nada, eis que a vida ressurge, triunfante e bela!…

Novas folhas, novas flores, na infinita benção do recomeço! "

Tudo tem começo e meio. O fim só existe para quem não percebe o recomeço

DESPEDIDA

Existem duas dores de amor:
A primeira é quando a relação termina e a gente,
seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro,
com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva,
já que ainda estamos tão embrulhados na dor
que não conseguimos ver luz no fim do túnel.

A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.

A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços,
a dor de virar desimportante para o ser amado.
Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida:
a dor de abandonar o amor que sentíamos.
A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre,
sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também…

Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou.
Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém.
É que, sem se darem conta, não querem se desprender.
Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir,
lembrança de uma época bonita que foi vivida…
Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual
a gente se apega. Faz parte de nós.
Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis,
mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo,
que de certa maneira entranhou-se na gente,
e que só com muito esforço é possível alforriar.

É uma dor mais amena, quase imperceptível.
Talvez, por isso, costuma durar mais do que a ‘dor-de-cotovelo’
propriamente dita. É uma dor que nos confunde.
Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos
deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por
ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos,
que nos colocava dentro das estatísticas: “Eu amo, logo existo”.

Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo.
É o arremate de uma história que terminou,
externamente, sem nossa concordância,
mas que precisa também sair de dentro da gente…
E só então a gente poderá amar, de novo.

Acabou…mas não estou triste, estou feliz, pois aconteceu e tenho esperança de um recomeço.

Quando uma amizade é verdadeira não há fim, há sempre um recomeço, não importa de qual forma.

Recomeço

Observe a natureza, tudo nela é recomeço.

No lugar da poda surgem os brotos novos.

Com a água, a planta viceja novamente (renasce).

Nada pára.

A própria terra se veste diferentemente todas as manhãs.

Isso acontece também conosco.

A ferida cicatriza, as dores desaparecem, a doença é vencida pela saúde, a calma vem após o nervosismo.

O descanso restitui as forças.

Recomece. Anime-se.

Se preciso, faça tudo novamente.

Assim, é a VIDA!

Autor desconhecido

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